Tinha discutido com o namoradinho, e tava voltando para casa sozinha muito aborrecida, o trânsito tava lento e apanhei um ônibus lotado. Com dificuldade consegui subir o degrau do meio da porta. Estava muito quente aquele dia e eu ali espremida sem poder me mexer. Eu já era meio gordinha, não sou alta, usava um vestido acima dos joelhos e quando levantei meu braço para me segurar, tinha que puxar o vestido com a outra mão para esconder a calcinha. A viagem seguia lentamente, e no ponto seguinte, entrou outro passageiro, e não vi direito como ele era porque não conseguia nem virar o rosto naquele aperto. Senti que era um homem alto, pois apesar de estar um degrau abaixo, eu podia sentir seu perfume e sua respiração. Encostou em minhas costas, bem colado, notei que era um homem forte, pois soltei minha mão um pouco de deixei meu corpo apoiar no dele para descasar da posição. No ponto seguinte, subiu um rapaz, e isso fez que ele me apertasse mais, já podia sentir seu volume roçando minha bunda carnuda de menina. Ele passou uma das mãos por minha cintura e me puxava, parecia tudo natural naquele aperto. Fiquei com receio de reclamar para não criar confusão ali, afinal em menos de meia hora, chegaríamos ao final de linha. Deixei ele continuar se esfregando, estava muito excitado, segurava minha cintura como um cachorro afoito sobre a cadela no cio, já tinha visto essa cena na rua de lá de casa. Comecei tentar desviar meu pensamento daquilo para ver se o tempo passava logo e terminasse aquela vigem. Sentia o perfume do seu desodorante, sua respiração estafa ofegante agora, sua boca tocava minha orelha, e isso agora me fazia arrepiar. Seu braço por minha cintura gordinha dava para ver que estava de paletó cinza. No balanço do ônibus passando pelos buracos e obstáculos, me fazia lembrar mais do cachorro afoito penetrando na cadelinha. Senti minha calcinha melando enquanto ele me dominava por trás. Empinei a bundinha e abri um pouco as pernas para ele se satisfazer. Ao sentir minha aceitação, beijou meu pescoço e com a respiração acelerada falou baixinho ao ouvido, “vou gozar agora, meu tesãoooo!”. Naquele momento, pude entender a satisfação que a cadelinha sentia qd o cachorro agitava sobre ela.
Então ele parou de repente, ficou dócil e olha que aquilo estava tão gostoso que forcei minha bunda sobre o volume dele, mas continuou parado, Tirou o braço de minha cintura, diminuiu a pressão nas minhas costas, e na minha ingenuidade fiquei sem entender o motivo dele não ter continuado os carinhos.
Chegamos ao final de linha do ônibus, e o motorista abriu até as portas de trás, por onde aquele homem saiu sem nem olhar para mim, Paguei minha passagem, enquanto olhava pela janela aquele homem alto, magro, bem vestido desaparecer na multidão.
Confesso que gostaria de ter mais abertura para falar dessas coisas com meu marido, pois essa lembrança, que aqui, pela primeira vez tive coragem de contar, e que muitas vezes serviram de estímulo nas vezes que meu marido me pega por trás, fico com o pensamento naquele homem do ônibus me apertando excitado. Também quando vejo uma cadela no cio, os cachorros cheirando a xereca dela, logo me lembro do safadinho cheiroso no meu pescoço.


Nenhum comentário:
Postar um comentário